Thats just life. control a bit out of control to the rest.
~ Thursday, July 24 ~
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ryanpanos:

Radisson Blu Iveria: A Luxury Hotel That Became a Refugee Camp | Via

The Radisson Blu Iveria Hotel is located at the center of Georgia’s capital city Tbilisi. Built in 1967, it was Georgia’s finest hotel and a popular place to stay for its excellent location and sweeping views of the city. Then in the early 1990s, soon after the collapse and subsequent breakup of the USSR, civil war broke out in Georgia. Tbilisi was flooded with refugee ethnic Georgians coming in from the disputed territory of Abkhazia on the west of Georgia. More than 200,000 refugees poured into the city and the government was faced to deal with their reallocation. Many buildings in Tbilisi, including Hotel Iveria, were reallocated for housing the displaced. A thousand of them wound up in the hotel’s 22 floors where they would remain for the next ten years.

The hotel had been lying vacant at that time, unable to do business after the collapse of the Soviet Union and associated collapse of Georgia’s tourism industry. The monumental Soviet building that dominates the Georgian capital’s skyline became a pitiful sight, with broken windows patched up with cellophane, broken railings, crude plywood constructions on the balconies and a gaudy miscellany of washing hung everywhere.


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THE SUM OF HALFWAYS


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ryanpanos:

Scientific Diagrams | John Philipps Emslie | Via


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99percentinvisible:

In Seattle, there’s an elevated section of highway jutting out of SR 520, left over from a connector that was never completed. 

Over the years, Seattle residents have covered it in graffiti and transformed it into a dance floor, skateboard park, a swimming hole, and a kayaking course. Lovers have even been married under it. 

Now the city is scheduling the removal of the ramp. In tribute, a group of architects and designers have coated it with curved acrylic that will stay with the structure until its end.


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~ Monday, July 14 ~
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(Source: cestpgrave)


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awalkthrough:

Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira

 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.
Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.
Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.
Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.
“O melhor é chamar um arquitecto”.
Nada mudou profundamente.
O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.
Dali não sai.
Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.
Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.
Pouca coisa mudou.
Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.
Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.
De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.
Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.
E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.
E logo o despediram.”

© Alvaro Siza in 01 textos/ Alvaro Siza


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~ Thursday, June 26 ~
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♡ [ animation by Christina Lu ! ]

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